Sétimo ocupante da Cadeira nº 12, eleito em 20 de março de 2003, na sucessão de Dom Lucas Moreira Neves e recebido em 30 de setembro de 2003 pelo acadêmico Eduardo Portella.
ALFREDO BOSI nasceu em São Paulo (SP), em 26 de agosto de 1936. É casado com a psicóloga social, escritora e professora do Instituto de Psicologia da USP, Ecléa Bosi, com quem tem dois filhos: Viviana e José Alfredo. Faleceu no dia 7 de abril de 2021, em São Paulo, aos 84 anos.
Descendente de italianos, logo depois de se formar em Letras pela Universidade de São Paulo (USP), em 1960, recebeu uma bolsa de estudos na Itália e ficou um ano letivo em Florença. De volta ao Brasil, assumiu os cursos de língua e literatura italiana na USP. Embora professor de literatura italiana, Alfredo Bosi sempre teve grande interesse pela literatura brasileira, o que o levou a escrever os livros Pré-Modernismo (1966) e História Concisa da Literatura Brasileira (1970).
Em 1970, decidiu-se pelo ensino de literatura brasileira no Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, da qual é professor titular de Literatura Brasileira. Ocupou a Cátedra Brasileira de Ciências Sociais Sérgio Buarque de Holanda da Maison des Sciences de l’Homme (Paris)...
Foi vice-diretor do Instituto de Estudos Avançados da USP de 1987 a 1997. Nesse último ano, em dezembro, passou a ocupar o cargo de diretor. Entre outras atividades no IEA, coordenou o
Educação para a Cidadania (1991-96), integrou a comissão coordenadora da Cátedra Simón Bolívar (convênio entre a USP e a Fundação Memorial da América Latina) e coordenou a Comissão de Defesa da Universidade Pública (1998).
Desde 1989 é editor da revista Estudos Avançados.
Formação escolar
Licenciado em Letras Neolatinas – Português, Italiano, Francês e Espanhol. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (1955-1958).
Curso de Especialização em Filologia Românica e em Literatura Italiana na mesma Faculdade (1959-1960).
Bolsa de Estudos na Faculdade de Letras da Universidade de Florença – Cursos de Filosofia da Renascença (E. Garin), Linguística indoeuropéia (G. Devoto), Literatura Italiana (W. Binni), História da Língua Italiana (Migliorini), Filosofia Geral (C. Luporini) e Estética (Pesce) (1961-1962).
Teses e concursos
Doutorado – Itinerario della Narrativa Pirandelliana. Universidade de São Paulo, 1964. Tese inédita.
Livre-Docência – Mito e Poesia em Leopardi. Universidade de São Paulo, 1970. Tese inédita.
Adjunto à disciplina de Literatura Brasileira, Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas, Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP (1975).
Titular da disciplina de Literatura Brasileira, Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas, Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP (1985).
Professor Emérito de Literatura Brasileira da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP (2009).
Bolsas de estudo
Concedida pelo governo italiano. Universidade de Florença (1961-1962).
Guggenheim Fellowship, conferida pela John Simon Guggenhein Memória Foundation (1986).
Concedida pelo CNRS para estagiar três meses no Institut des Textes et des Manuscrits Modernes (ITEM) – Paris, 1990.
Carreira docente
Docente de Literatura Italiana – Departamento de Letras, FFLCH/USP, de 1959 a 1969.
Docente de Literatura Brasileira – Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas da FFLCH, desde 1970.
Orientador de alunos de pós-graduação em níveis de mestrado e de doutorado na disciplina de Literatura Brasileira da USP, desde 1972.
Atividades administrativas e culturais na USP
Membro da Congregação da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas. De 1972 a 1984 como representante de categoria. A partir de 1985 como membro nato.
Membro do Conselho Editorial da Edusp (1985-1987).
Editor da revista Estudos Avançados desde 1989, 85 números de 1987 ao segundo semestre de 2015.
Membro do Conselho Diretor do Instituto Cultural Ítalo-Brasileiro desde 1991.
Coordenador do Programa “Educação para a Cidadania” do Instituto de Estudos Avançados (1991-1994).
Diretor do Instituto de Estudos Avançados (1997 a 2001).
Vice-Diretor do Instituto de Estudos Avançados (2002- ).
Coordenador da Comissão de Defesa da Universidade Pública (USP, 1998-99).
Organizador do documento coletivo A presença da Universidade pública. USP, janeiro de 2000.
Membro da Comissão do Código de Ética da Universidade de São Paulo (2001).
Presidente da Comissão de Ética da Universidade de São Paulo (2002-03).
Coordenador da Cátedra Lévi-Strauss, do IEA-USP, em convênio com o Collège de France (desde 1998).
Coordenador do Grupo de Literatura e Cultura do Instituto de E studos Avançados (desde 2006).
Atividades culturais fora da USP
Conferências e cursos dados em várias instituições de ensino e cultura:
No Brasil: Unicamp, Unesp, UFJ, UFRGS, UFSC, Universidade Federal de Goiás, Universidade Federal de Ouro Preto, PUC-SP, PUC-RJ, Universidade Mackenzie, Academia Brasileira de Letras, Academia Paulista de Letras, Memorial da América Latina, Associação Brasileira de Escritores, Ministério das Relações Exteriores, Palácio da Cultura (MEC-RJ), Fundação Casa de Rui Barbosa, Fundação Joaquim Nabuco, Museu de Arte Moderna, Biblioteca Euclidiana de São José do Rio Pardo, Museu de Arte de São Paulo, Instituto Cultural Ítalo-Brasileiro, Biblioteca Municipal “Mário de Andrade”, Folha de S. Paulo, O Estado de S. Paulo, Centro Cultural Vergueiro, Instituto Cajamar, Escola Florestan Fernandes.
No exterior: Collegio Pio Brasiliano (Roma), Casa de las Américas (Havana), Université de Provence (Aix), Université de Paris IV (Sorbonne), Maison des Sciences de l’Homme, Institut des Hautes Études de l’Amérique Latine (Paris), École des Hautes Études en Sciences Sociales (Paris), Università di Roma “La Sapienza”, Instituto Brasil-Itália (Milão), Centro di Studi Brasiliani (Embaixada do Brasil em Roma), Universidad de la Republica (Montevideo), Universidad de Salamanca, Princeton University, University of Yale, Accademia della Crusca (Florença).
Membro do Conselho de Redação da revista Paz e Terra. Rio, 1967-68.
Membro do Conselho Editorial da Coleção Ensaio. Ed. Ática, 1973-85.
Membro do Conselho Consultivo da revista Encontros com a Civilização Brasileira, 1978-82.
Membro do Secretariado Nacional de Justiça e Não-Violência, 1977-80.
Membro do Conselho de Redação da revista Religião e Sociedade (1980).
Revisor literário da edição brasileira da Bíblia de Jerusalém (“Evangelho segundo São João” e “Atos dos Apóstolos”). São Paulo: Ed. Paulinas, 1981.
Membro do júri constituído para atribuir o Prêmio “Casa de las Américas”, La Habana, 1981.
Presidente do Centro de Defesa dos Direitos Humanos “D. Paulo Evaristo”. Cotia, SP, 1982-84.
Membro da Comissão Julgadora das Bolsas Vitæ para Literatura, 1987-89.
Presidente do Conselho Editorial da revista Nossa América / Nuestra América, órgão do Memorial da América Latina, 1989-93.
Membro da Comissão Julgadora do Prêmio de Literatura “Memorial da América Latina”, 1989.
Membro do Comitê Consultivo Internacional do Anuário Mariateguiano, Lima, Amauta, 1992.
Coordenador, junto com Richard Graham, do projeto Editions of selected great books of Brazil, organizado pela Universidade do Texas e apoiado pelas fundações Vitæ e Lampadia (1994-97).
Membro do Conselho da revista Portuguese Studies, editada pelo King’s College de Londres, 1989-96.
Membro do Comitê Científico da revista Critica del Testo, do Departamento de Estudos Românicos da Università La Sapienza de Roma desde 1995.
Membro da Comissão Justiça e Paz da Arquidiocese de São Paulo, 1987-94.
Professor convidado pela École des Hautes Études en Sciences Sociales. – Paris, set.-nov. de 1993; set.-dez. de 1996 e abr.-jun. de 1999.
Membro do Comitê Consultivo Internacional do Centenário de José Carlos Mariátegui.
Membro do júri do Prêmio Camões, 2002.
Membro do Júri do Prêmio “Conrado Wessel” de Cultura (2008, 2010).
Membro do Conselho da Coleção “Espírito Crítico” das editoras Duas Cidades / Editora 34.
Titular da Cátedra de Estudos Brasileiros “Sérgio Buarque de Holanda” – Maison des Sciences de l’Homme. Paris, 2003.
Membro do Comitê Científico da Cátedra de Estudos Sociais Brasileiros “Sérgio Buarque de Holanda” – Maison des Sciences de l’Homme. Paris, desde 2003.
Membro Titular da Cadeira n.o 12 da Academia Brasileira de Letras (a partir de 30 de setembro de 2003).
Assessor de Literatura Brasileira do Museu da Língua Portuguesa, São Paulo, 2005.
Membro da Comissão Julgadora do Prêmio “Machado de Assis”, Academia Brasileira de Letras, 2005.
Membro do Conselho Editorial da Revista Camoniana.
Membro do Conselho Editorial da Revista Brasileira.
Fundação Gulbenkian (Lisboa)
Prêmios e distinções
Prêmio de “Melhor Ensaio de 1977” conferido a O Ser e o Tempo da Poesia, pela Associação Paulista de Críticos de Arte.
Prêmio de “Melhor Ensaio de 1992”, conferido a Dialética da Colonização pela Associação Paulista de Críticos de Arte.
Distinção “Homem de Idéias de 1992”, conferida pelo Jornal do Brasil.
Medalha “Cristoforo Colombo”, conferida pela Associação Lígures no Mundo aos estudiosos brasileiros da cultura italiana, em 1992.
Prêmio “Casa-Grande & Senzala 1993”, conferido a Dialética da Colonização pela Fundação Joaquim Nabuco.
Prêmio “Jabuti” para melhor obra de Ciências Humanas 1993, conferido a Dialética da Colonização.
Admissão à “Ordem de Rio Branco” no grau de Comendador, outorgada pelo Presidente da República em 30 de abril de 1996.
Prêmio “Jabuti” para melhor ensaio em 2000, conferido a Machado de Assis. O Enigma do Olhar.
Admissão à “Ordem do Mérito Cultural”, outorgada pelo Ministério da Cultura em 8 de novembro de 2005.
José Bonifácio, o Moço – Poesias (texto organizado e apresentado por A. Bosi e N. Scalzo). São Paulo: Conselho Estadual de Cultura, 1962.
O pré-Modernismo. São Paulo: Ed. Cultrix, 1966. 5.a ed., 1979.
História Concisa da Literatura Brasileira. São Paulo: Ed. Cultrix, 1970. 50ª. Edição, 2015.. Edição em língua espanhola: Historia Concisa de la Literatura Brasileña. México: Ed. Fondo de Cultura Económica, 1983; 2.ª edição, 2001.
| Minha Biblioteca - Paulo |
A Palavra e a Vida (em colaboração com o Prof. Rodolfo Ilari). São Paulo: Ed. Loyola, 1976.
O Ser e o Tempo da Poesia. São Paulo: Ed. Cultrix, 1977. 8ª. Edição revista e aumentada. São Paulo: Cia. Das Letras, 2010.
Reflexões sobre a Arte. São Paulo: Ed. Ática, 1985. 7.ª edição, 2002.
Céu, Inferno. Ensaios de Crítica Literária e Ideológica. São Paulo: Ed. Ática, 1988. Nova edição revista e acrescida. São Paulo: Duas Cidades/Editora 34, 2003. 3ª. Edição, revista. S.Paulo: Editora 34, 2010.
Dialética da Colonização. São Paulo: Companhia das Letras, 1992. 4.a ed., 1996.
Leitura de Poesia. São Paulo: Ed. Ática, 1996.
Os Sertões de Euclides da Cunha. Edição didática. Texto estabelecido por Hercílio Ângelo. São Paulo: Ed. Cultrix, 1973.
O Conto Brasileiro Contemporâneo. São Paulo: Ed. Cultrix, 1975. 16a. edição revista, 2015. A introdução à antologia foi vertida para o alemão sob o título de Situation und Formender zeitgenoessischen brasilianischen Kurzgeschichte, em Brasilianische Literatur, org. por Mechtild Strausfeld. Frankfurt: Suhrkamp, 1984.
Araripe Jr. – Teoria, Crítica e História Literária (org.). Rio de Janeiro: LTC/Edusp, 1978.
Cuentos de Machado de Assis. Seleção e apresentação. Caracas: Ed. Ayacucho, 1978.
Machado de Assis. Em colaboração com J.C. Garbuglio (org.), Mário Curvelo e Valentim Facioli. São Paulo: Ed. Ática, 1982.
Graciliano Ramos. Em colaboração com J.C. Garbuglio, Mário Curvelo e Valentim Facioli. São Paulo: Ed. Ática, 1987.
As Melhores Poesias de Ferreira Gullar. Seleção e apresentação. São Paulo: Ed. Global, 1983. 7.ª edição, 2004.
Cultura Brasileira. Temas e Situações (org.). São Paulo: Ed. Ática, 1987. 4.ª edição, 2003.
Hélio Lopes. Letras de Minas e outros ensaios (org.). São Paulo: Edusp, 1997.
Machado de Assis. O Enigma do Olhar. São Paulo: Ed. Ática, 1999. 3.ª ed., 2003.
Literatura e Resistência. São Paulo: Cia. das Letras, 2002.
Machado de Assis. São Paulo: Publifolha, 2002.
Brás Cubas em três versões. São Paulo, Cia.das Letras, 2006.
Machado de Assis. Coleção “Os Essenciais”. Rio de Janeiro: Academia Brasileira de Letras, 2010.
Ideologia e contraideologia. São Paulo: Cia. das Letras, 2010.
Padre Antônio Vieira - Essencial. Apresentação e organização. S.Paulo: Penguin Clásscos, Cia. das Letras, 2011.
Entre a Literatura e a História. S.Paulo: Ed. 34, 2013.
Dialética da Colonização. Prefacio de Graça Capinha. Lisboa: Glaciar Editora; Rio de Janeiro: Academia Brasileira de Letras, 2014.
Catálogo das obras publicadas pela Academia Brasleira de Letras (apresentação e organização). Rio de Janeiro: ABL e Contracapa, 2015.
Obras traduzidas
História concisa de la literatura brasileña. Trad. de Marcos Lara. México: Ed. Fondo de Cultura Económica, 1983; 2.ª ed., 2001.
La culture brésilienne: une dialectique de la colonisation. Trad. de Jean Briant Paris: Ed. L’Harmattan, 2000.
La cultura brasileña: una dialectica de la colonización. Trad. de Eduardo Rinesi e Jung Há Kang. Salamanca: Ed. Universidad de Salamanca, 2005.
Colonu, Cult and Culture. Trad. por Robert P. Newcomb. Dartmouth: University of Massachusetts, 2008.
Brazil and the Dialectic of Colonization . Trad. Robert Newcomb. University of Illinois, 2015.
Alguns prefácios
Introdução a Fogo Morto de José Lins do Rego. 6ª ed., Rio de Janeiro: José Olympio Ed., 1965.
Prefácio a O Mundo Movente de Guimarães Rosa de José Carlos Garbuglio. São Paulo: Ed. Ática, 1972.
Apresentação de Memorial de Aires. São Paulo: Ed. Ática, 1973.
Apresentação de “Invulnerável Pássaro”, poemas de Hélio Lopes. São Paulo, 1973.
Prefácio a A Tradição do Impasse de João Alexandre Barbosa. São Paulo: Ed. Ática, 1974.
“Silêncio, fala e texto”, prefácio a O Tempo e Outros Remorsos de Alcides Villaça. São Paulo: Ed. Ática, 1974.
“Entre a retórica e a poesia”. Prefácio a A Tradição sempre Nova de Roberto de Oliveira Brandão. São Paulo: Ed. Ática, 1975.
“Lembrança de Italo Bettarello”. Posfácio a A Poesia Italiana Atual de Italo Bettarello. Boletim n.º 16 (Nova Série), USP, Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Depto. de Letras Modernas, Curso de Italiano, 1977. Texto reproduzido In: Estudos Avançados n.º 22, set.-dez. 1994.
“O crítico entre a teoria e a prática”. Prefácio a Crítica Sistemática de Wendel Santos. Goiânia: Universidade Federal de Goiás, 1977.
“Um testemunho do presente”. Prefácio a Ideologia da Cultura Brasileira de Carlos Guilherme Mota. 2.ª ed., São Paulo: Ed. Ática, 1977.
Apresentação de O Narrador Ensimesmado de Maria Lúcia Dal Farra. São Paulo: Ed. Ática, 1978.
Prefácio a A Poética do Silêncio de Modesto Carone. São Paulo: Ed. Perspectiva, 1979.
Prefácio a O Amor Romântico e Outros Temas de Dante Moreira Leite. São Paulo: Cia. Ed. Nacional – Edusp, 1979.
“Uma trilogia da libertação”. Prefácio a Os Prodígios de Dyonelio Machado. São Paulo: Ed. Moderna, 1980. O texto foi reproduzido como posfácio a Sol Subterrâneo do mesmo autor (Ed. Moderna, 1981).
Apresentação de Enquanto Vivemos de Jayro José Xavier. Rio de Janeiro: Ed. Achimé, 1981.
“Retrato sem retoques”. Prefácio a Língua e Literatura: O Professor Pede a Palavra, organizado por Valéria de Marco, Lígia Chiappini M. Leite e Suzi Franki Sperber. São Paulo: Cortez Editora – APLL-SBPC, 1981.
“Uma crônica das origens”. Prefácio a A Universidade da Comunhão Paulista de Irene R. Cardoso. São Paulo: Cortez Editora, 1982.
“Em memória de Wendel Santos”. Apresentação de Crítica: Uma Ciência da Literatura de Wendel Santos. Ed. da Universidade Federal de Goiás, 1983.
“Aventuras e desventuras de uma ideologia”. Prefácio à 4.ª edição (definitiva) de O Caráter Nacional Brasileiro de Dante Moreira Leite. São Paulo: Pioneira, 1983.
Prefácio a Teologia da Pastoral Operária. Experiência de Osasco, SP, de Domingos Barbé. Petrópolis: Vozes, 1983.
“O mundo mineiro de Orlando Bastos”. Prefácio a Contos de Orlando Bastos. São Paulo: Ática, 1984.
“O livro do alquimista”. Prefácio a Um Por Todos de José Paulo Paes. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1984.
“Os trabalhos de Martha”. Prefácio a Mil e Um Provérbios em Contraste de Martha Steinberg. São Paulo: Ática, 1985.
“Um boêmio entre duas cidades”. Prefácio a Abraçado ao Meu Rancor de João Antônio. São Paulo: Ed. Guanabara, 1986.
Prefácio a Psicologia e Literatura de Dante Moreira Leite. São Paulo: Hucitec, 1987.
Prefácio a Na Ilha de Marapatá de Raul Antelo. São Paulo: Hucitec, 1987.
Prefácio a Linguagem Autoritária de Maria Thereza Fraga. São Paulo: Brasiliense, 1989.
Introdução a Crônica da Casa Assassinada de Lúcio Cardoso. Paris: Archives, 1991.
“La parábola de las vanguardias”. Em Las vanguardias latinoamericanas de Jorge Schwartz. Madrid: Ed. Cátedra, 1991.
Prefácio a Escola Vivida, Escola Projetada de Moacir Gadotti. Campinas: Papirus, 1992.
Seleção, organização e prefácio de Sobre Letras e Artes de Otto Maria Carpeaux. São Paulo: Ed. Nova Alexandria, 1992.
Prefácio a Universo da Criação Literária de Philippe Willemart. São Paulo: Edusp, 1993.
Prefácio a Bastidores da Criação Literária de Philippe Willemart. São Paulo: Iluminuras, 1999.
Prefácio à 2.ª edição de Narrativas Populares de Osvaldo Elias Xidieh. Belo Horizonte\São Paulo: Itatiaia/Edusp, 1993.
Contracapa de Ensaios Críticos de Francesco de Sanctis. Nova Alexandria, 1993.
Prefácio a Antologia de Antologias da Poesia Brasileira de Magaly Gonçalves, Zélia Thomaz de Aquino e Zina Bellodi Silva. São Paulo: Musa Editora, 1995.
Prefácio a A Estética de Benedetto Croce. “Introdução ao Breviário de Estética de B. Croce”. São Paulo: Ática, 1996.
“História de um encontro”. Em Cecília Meireles, Cecília e Mário. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1996.
Posfácio à 15.ª edição de Maíra de Darcy Ribeiro. Rio de Janeiro: Ed. Record, 1996. O texto “Morte, onde está tua vitória?” integra a fortuna crítica de Maíra aposta ao romance. Publicado também na edição francesa de Maíra (Paris: Gallimard, 1997).
Prefácio a Antônio Vieira, De Profecia e Inquisição. Brasília: Senado Federal, 1998.
Prefácio a A Universidade Impossível de Jacques Marcovitch. São Paulo: Ed. Futura, 1998.
Prefácio a Bastidores da Criação Literária de Philippe Willemart. São Paulo: Iluminuras, 1999.
Posfácio à 4.ª edição de Dialética da Colonização. São Paulo: Cia. das Letras, 2001.
Prefácio a Luigi Pirandello, Um, Nenhum, Cem Mil. São Paulo: Cosac & Naify, 2001.
Apresentação a S.T. Coleridge, A Balada do Velho Marinheiro, trad. de Alípio Correia de Franca Neto. São Paulo: Ateliê, 2005.
“Celso Furtado rumo a uma visão holística”. Prefácio a Criatividade e dependência na civilização industrial de Celso Furtado. São Paulo: Cia.das Letras, 2008.
Prefácio a Voices of the desert. A novel de Nélida Piñon. New York: Alfred A Knopf, 2009.
Posfácio a A estrutura da bolha de sabão. Contos de Lygia Fagundes Telles. São Paulo: Cia. dass Letras, 2010.
Prefácio a Poesia reunida, de Carlos Nejar. São Paulo: Novo Século, 2009.
Prefácio a Cemitério dos vivos de Lima Barreto. São Paulo: Cosac Naify, 2010.
“Quando fala o poeta: Saint-John Perse leitor de Dante”. Prefácio a Discurso de Florença de Saint-John Perse, trad. de Bruno Palma. São Paulo, Ateliê, 2010.
"O lugar da Retórica na obra de Vico". Apresentação a Giambattista Vico, Ciência Nova. Trad. de Vilma De Katinszky. São Paulo: Ed. Hucitec, 2010.
Prefácio a Domício Proença Filho. O risco do jogo. Poemas. São Paulo: Prumo, 2013.
Prefácio a Ivan Vilela, Cantando a própria história. São Paulo: Edusp, 2013
Prefácio a Mino Carta, O Brasil Rio: Record, 2013.
Prefácio a Samarone Marinho. Manoel ama lembrar. Rio de Janeiro: 7 letras, 2014.
Prefácio a Alcides Maya, Machado de Assis. Algumas notas sobre o humour. Rio: ABL, 2015.
Orelha a Fernando Paixão. Porcela Invisível. São Paulo: Cosac&Naify, 2015.
Posfácio a José de Alencar. Iracema. São Paulo: Penguin clássicos / Companhia das Letras, 2016
Ensaios, artigos, resenhas
“A história da literatura brasileira de Veríssimo”. In: O Imparcial. São Paulo: Colégio Macedo Soares, abril de 1958.
“Crítica e poesia”. In: Progresso Ítalo-Brasiliano, n.º 6. São Paulo, 31 de julho de 1959.
“Lendo Clarissa de Érico Veríssimo”. In: A Cidade de S. Carlos, 5 de setembro de 1959.
“O barroco e o sentimento do infinito”. In: A Cidade de S. Carlos, 3 de outubro de 1959.
“O pensamento de Vico”. In: Enciclopédia Ambiente, n.º 1, maio de 1960.
Para o Suplemento Literário de O Estado de S. Paulo:
Resenha: Waldir Ribeiro do Val. “Vida e obra de Raimundo Correia”. 15 de julho de 1961.
“O romance da Providência”. 19 de agosto de 1961.
“Círculo mágico”. 9 de setembro de 1961.
“Motivo e tema”. 21 de julho de 1962.
“Jorge de Lima: a estrada e o rio”. 11 de agosto de 1962.
Resenha: Ernesto Grassi. “Arte e Mito”. 8 de dezembro de 1962.
“Um conceito de humorismo”. 9 de fevereiro de 1963.
Para o mesmo Suplemento, como responsável pela secção de Letras Italianas:
“Os herdeiros de Croce”. 28 de setembro de 1963.
“O nosso tempo e a esperança”. 14 de dezembro de 1963.
“Um teólogo leitor de Dante”. 14 de janeiro de 1964.
“De um prefácio a Quasimodo”. 21 de março de 1964.
“O outro Pirandello”. 9 de maio de 1964.
“Um Kafka italiano?”. 11 de julho de 1964.
“Nem viver nem morrer”. 12 de setembro de 1964.
“Michelangelo poeta”. 28 de novembro de 1964.
“Poesia popular italiana”. 8 de maio de 1965.
“Ética e poesia no Inferno” de Dante”. 22 de maio de 1965.
“Problemas da vanguarda”. 28 de agosto de 1965.
“Um novíssimo lê Dante”. 23 de outubro de 1965.
“Verga vivo”. 8 de janeiro de 1966.
“Quer pasticciaccio brutto...”. 30 de abril de 1966.
“Croce e os mitos modernos”. 4 de junho de 1966.
“A lição de Ungaretti”. 20 de agosto de 1966.
“As razões de Moravia”. 27 de agosto de 1966.
“Quasímodo revisitado”. 24 de dezembro de 1966.
“O mundo ofendido de Vittorini”. 11 de março de 1967.
Resenha: Henri Lefebvre. “Le langage et la société”. 1 de abril de 1967.
“Uma cultura doente?” (Italo Svevo). 6 de maio de 1967.
“Um conto de Pirandello”. 1 de julho de 1967.
“Paixão e ideologia” (Pasolini). 16 de setembro de 1967.
“Travessia: leitura de L’anguilla, de Eugenio Montale”. 5 de maio de 1968.
“A estrutura e o nada” (Umberto Eco e “La struttura assente”). 5 de outubro de 1968.
“Cecília Meireles: a música ausente”. 20 de janeiro de 1965.
“Sobre Teilhard de Chardin”. 6 de novembro de 1965.
“Literatura e sociedade”. 19 de março de 1966.
“Bandeira, romântico e moderno”. 16 de abril de 1966.
“Nota sobre a imagem em Castro Alves”. 5 de junho de 1971.
"Cultura. A cultura no Brasil Império. Literatura. Ideias". Em A Construção Nacional (1830-1889) Vol. 2. Coordenação de José Murilo de Carvalho. Rio de Janeiro: Objetiva, 2012.
"Economia e Humanismo". Estudos Avançados, n.75, maio-agosto de 2012.
"Relendo Carpeaux". Em Estudos Avançados, n. 78. USP, maio-agosto de 2013.
"O duplo espelho em um conto de Machado de Assis". Estudos Avançados, n.80, janeiro-abril de 2014.
Palavras de recepção da Acadêmica Nélida Piñon. Em Revista Brasileira, ano IV, n. 84.
"Celso Furtado: uma nova concepção de desenvolvimento" em Antologias da ABL. Ensaios. Org. de Rosiska Darcy de Oliveira e Marco Lucchesi.Rio de Janeiro: Academia Brasileira de Letras, 2015[E2] .
Artigos publicados em outros periódicos ou em obras coletivas:
“Um comentário perfeito a Mater et magistra”. In: Brasil Urgente, n.º 50, 28 de fevereiro de 1964.
“Lebret e o seu Manifesto por uma Civilização Solidária”. In: Brasil Urgente, n.º 54, 27 de março de 1964.
“Do conformismo ao descontentamento”. In: Notícias Literárias, Editora Pensamento-Cultrix, n.º 21, agosto de 1966.
“Acaso, necessidade”. In: Discurso, n.º 2. Depto. de Filosofia da Universidade de São Paulo, 1971.
“Uma leitura de Vico”. In: Discurso, ano 3, n.º 3, 1972.
“Formação cultural brasileira”. Em VV.AA., Brasil, Processo e Integração. São Paulo: Ed. Loyola, 1972.
“As Letras na Primeira República”. Em O Brasil Republicano, 2.º vol., coord. de Boris Fausto. São Paulo: Difel, 1977 (o texto foi escrito em 1972).
“A pós-graduação em Literatura Brasileira”. In: Alfa, 18/19, Depto. de Letras da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Marília, 1973.
“Imagens do Romantismo no Brasil”. Em O Romantismo, vol. org. por J. Guinsburg. São Paulo: Perspectiva, 1978 (o texto foi escrito em 1973).
“O Movimento Modernista de Mário de Andrade”. In: Colóquio de Letras, n.º 12. Lisboa, março de 1973.
“Imagem, discurso”. In: Discurso, n.º 5, 1974.
“O trabalho dos intelectuais segundo Gramsci”. In: Debate e Crítica, n.º 6, 1975.
“A volta da redação”. In: Movimento, 29 de setembro de 1975.
“Homenagem a Érico Veríssimo”. In: Movimento, 8 de dezembro de 1975.
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Entrevista ao Programa Roda Viva, TV Cultura, em 23 de setembro de 2004
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“Literature and Difference. A Conversation with Alfredo Bosi”. Entrevista concedida a Pedro Meira Monteiro. Em Ellipsis. Journal of the American Portuguese Association. Vol 4. New Jersey, New Brunswick, Rutgers University, 2006.
Entrevista a Informe, n.64. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, dezembro de 2009
“Antonio Candido mestre da mediação”. Entrevista dada a Literatura e Sociedade, n.ll. São Paulo: Depto. de Teoria Literária e Literatura Comparada da USP, 2009.
Entrevista a Poesia Sempre, ano l6, n. 32. Concedida a Marco Lucchesi. Rio de Janeiro: Fundação Biblioteca Nacional, 2009.
Entrevista à Revista E, ano 16, n.7. São Paulo, SESC, janeiro de 2010.
Entrevista a Sabático, ano I, n.10. Concedida a Antônio Gonçalves Filho. O Estado de São Paulo, 15 de maio de 2010.
Entrevista à Revista da Associação dos Docentes da Universidade de São Paulo. n.56, dezembro de 2015.
Traduções
Nicola Abbagnano – Dicionário de Filosofia. São Paulo: Mestre Jou, 1970.
François Wahl – Filosofia e Estruturalismo (com Adélia B. de Meneses). São Paulo: Cultrix, 1971.
Simone Weil – “A Ilíada ou o poema da força”. Em Ecléa Bosi (org.), Simone Weil: a condição operária e outros estudos sobre a opressão. 2.ª edição. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1996.
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